Quando tomei conhecimento de que a Secretaria da Receita Federal havia criado a e-financeira (Instrução Normativa nr. 1.571/2015), produzindo efeitos a partir de 1º de Dezembro de 2015, que criou para o Sistema Financeiro Nacional a obrigação de informar a Delegacia da Receita Federal de toda movimentação de Pessoas Físicas igual ou superior a R$ 2.000,00, e de Pessoas Jurídicas, no valor igual ou superior a R$ 6.000,00, lembrei-me do livro " "1984 " de George Orwell, pseudônimo utilizado pelo Jornalista e escritor britânico Eric Arthur Blair, cuja 1a. Edição chegou às Livrarias londrinas em 1949 ! Nesse livro, que poderíamos enquadrar no gênero "Ficção", ou "Realismo Fantástico", o autor descreve uma Sociedade a que deu o nome de "Oceânia", que vive sob o jugo de um Sistema Político cognominado "Big Brother", que é Senhor de todas as coisas, controlando, em seus mínimos detalhes, as vidas de seus pobres Súditos, que dependem da autorização do Sistema para as coisas mais frugais, como a escolha da pasta dental que devem usar, etc. Para manter a fidelidade de todos aos seus ditames, o "Big Brother" se mantém em guerra com um Inimigo que afirma querer destruir "Oceânia" e seu povo, objetivo que, segundo massiva Propaganda só não é alcançado pela bravura do seu exército, recrutado à força entre jovens da população, que não podem recusar o cumprimento do "dever", sob pena de execução sumária como "traidor da pátria". "Big Brother" também controla a libido de seus jovens, que só podem fazer sexo com fins reprodutivos, e mediante prévia autorização, sendo o sexo praticado por prazer considerado crime gravíssimo. Quando li o livro, já fazem alguns anos, fiquei vivamente impressionado com a imaginação do Autor, e de sua capacidade em descrever as situações de insuportável opressão vivida pela infeliz população de "Oceânia". Ao terminar a leitura, que, confesso, desafiou a minha disciplina e amor pela leitura, em vista do sofrimento individual e coletivo expostos no livro, não temi nem um pouco que aquele quadro dantesco de controle total , por uma Organização Política, da intimidade de uma Comunidade inteira, em seus mínimos aspectos, pudesse algum dia ser posto em prática na Sociedade Humana...Se tivesse lido o livro recentemente, depois que já se tornaram banais as Câmeras de Vídeo espalhadas pelos locais públicos de grande afluência de pessoas, da ação de "Hackers" sobre sistemas informatizados considerados inexpugnáveis, de controles de acesso a locais estratégicos pela leitura da iris dos olhos daqueles que ali trabalham, e, finalmente, pela utilização, nas guerras modernas, dos temíveis "Drones", robôs voadores por controle remoto, capazes de lançar, contra inimigos previamente eleitos, com índice de acerto de praticamente 100%, de bombas e foguetes de alto poder destrutivo, o meu temor de que algum dia essa realidade fatídica pudesse existir, talvez eu chegasse à conclusão de que nunca estivemos tão perto de reconhecer que a vida pode, sim, imitar a arte...
segunda-feira, 14 de março de 2016
sábado, 27 de fevereiro de 2016
Presidencialismo Falido
Estou convencido de que a Sociedade brasileira deveria formatar outra configuração para as nossas Instituições Políticas. O Brasil não pode ser eternamente o "País do Futuro". Não custa repetir o que de há muito o povo brasileiro já sabe: somos um pedaço bastante grande do Planeta Terra, e o Criador foi muito generoso com o Brasil, pois nos deu recursos naturais que nenhum outro país tem. Entretanto, temos enorme dificuldade em aproveitá-los, pois nos faltam vários requisitos necessários para fazê-lo e assim ter abertas as portas do restrito círculo dos países chamados "do Primeiro Mundo". Quais seriam esses requisitos ? Se fôssemos enumerá-los, consumiríamos todo o tempo e espaço de que dispomos. Mas, pelo menos um deles não pode passar em branco, mesmo porque é sobre ele que vamos tecer alguns comentários. Trata-se do Sistema Presidencialista de Governo, adotado pela nossa Constituição(art. 76 e ss.), que concede poderes muito amplos ao Presidente da República, segundo Analistas e Doutrinadores da matéria. Pois bem. Ocorre que desde a Constituição de 1946, que redemocratizou o país após o período que se seguiu ao do Estado Novo, quase todas as sucessões Presidenciais no nosso país terminaram em crises institucionais gravíssimas, causando um suicídio, uma renúncia e um impeachment. Infelizmente, podemos acrescentar a esse rol mais uma crise institucional de igual intensidade, qual seja a que reconduziu a atual Presidente ao cargo, e que, até o presente momento, não obteve solução, estando em pauta mais um pedido de impeachment ! Ora, que país aguenta isso ? A pergunta é pertinente, pois enquanto não se resolve o "imbróglio" o país se retrai, diminuindo sensivelmente suas atividades econômicas, o que, quase sempre, implica na redução, pelas grandes Agencias internacionais de Classificação de riscos, da capacidade de pagamento de seus compromissos junto aos credores externos. Uma das consequências funestas desse fato é que, acaso necessite contrair outros empréstimos no Exterior, as taxas que o "doente" vai pagar serão bastante agravadas. E tudo porque a crise institucional envolvendo o Presidente da República acaba sendo uma disputa pessoal entre este e os que querem remove-lo para ocupar o seu lugar. Quer dizer, no nosso Sistema Presidencialista, em caso de crise, o que importa menos são os interesses do país ! E qual seria a solução para o problema ? Poderíamos oferecer mais de uma proposta para por fim a essas infindáveis crises, mas preferimos nos fixar em apenas uma delas. Trata-se do Sistema de Governo Parlamentarista, em que o 1º Ministro é quem de fato governa o país, enquanto o Presidente da República tem apenas sua representação, mais ou menos nos moldes de um cargo honorário. E qual seria a vantagem de adotar-se o Parlamentarismo ? A principal seria a de desvincular a pessoa do Presidente da República de crises institucionais, vez que estas se iniciam e terminam no âmbito do Parlamento, que é a Instituição que elege o 1º Ministro, através da Bancada majoritária no Parlamento. Enquanto o nomeado corresponder às expectativas do Parlamento, ele fica no cargo. Se não, o próprio Parlamento o destitui e coloca outro. Tudo rápido, sem crise e na paz de Deus ! Não desconheço que, por força do art. 2º, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias,a Constituição de 1988 determinou que, através de plebiscito, o eleitorado,definisse a forma(república ou monarquia constitucional) e o sistema de governo(parlamentarismo ou presidencialismo) que deviam vigorar no país. Realizado o plebiscito, venceram a República e o Presidencialismo, nas seguintes proporções( Fonte: TSE ):
FORMA DE GOVERNO:
República: 43.881.747 (66,26%)
Monarquia: 6.790.751 (10,25%)
Brancos: 6.813.179 (10,29% )
Nulos: 8.741.289 (13,20% )
SISTEMA DE GOVERNO:
Parlamentarismo : 16.415.585 (24,87%)
Presidencialismo: 36.685,630( 55,58%)
Brancos: 3.193.763 (4,84% )
Nulos: 9.712.913 (14,71%)
Não obstante o resultado negativo do plebiscito para o Parlamentarismo, considero que a consulta popular é passível de críticas, pois colocou na mesma cesta temas complicados para o eleitor escolher. Considero que a resposta do eleitor, hoje em dia, seria em outra direção, principalmente se o eleitor fosse devidamente esclarecido do modo de funcionamento do Parlamentarismo, notadamente da forma de substituição do Primeiro Mandatário do país que, no Presidencialismo, é muito complicado, exigindo inclusive a participação do Poder Judiciário, o que não ocorre no Parlamentarismo, como já explicado. De uma coisa estou certo: A Sociedade brasileira não aguenta mais as "peripécias" dos nossos políticos, e, de qualquer forma, mesmo não se adotando o Parlamentarismo, impõe-se seja encontrado um meio mais ágil de substituir o Presidente da República em exercício, pois é isso que o povo espera. Agora, se o Parlamentarismo já se mostrou eficiente em países do primeiro mundo, tais como França, Itália, Alemanha, Japão, etc, por que não daria certo no Brasil ?
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
Menina Branquinha
Menina Branquinha, me deixa te ver, brincando de roda, fazendo um auê.
Seja sincera que eu quero saber, Quem te cobriu com esse manto,
que brilha tão branco, a quem se amarra em você ?
Quem sabe algum Astro, invejoso da Lua, que espalha aqui em baixo
raios tão belos, dá gosto de ver.
Não fique assustada, Branquinha faceira. Estes versos singelos,
só querem dizer, que você é quem reina, provocando suspiros,
fazendo sofrer.
A verdade, é triste saber, quem mira seus olhos pretende obter,
a esperança de te encontrar novamente, brincando na nuvem,
cercada de lírios, que mostram a pureza que habita em seu ser.
Aí eu pergunto, quanto tempo eu preciso para achar essa nuvem
que faz par com você ?
Mas hei de encontrá-la, para mirar sua imagem e dizer bem baixinho,
com brilho nos olhos;
Achei a Branquinha, encerrou-se a jornada,
não vou mais sofrer...
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
DEMOCRACIA X ARISTOCRACIA
DEMOCRACIA. X ARISTOCRACIA
Infelizmente, hoje a política
brasileira não conta com Estadistas para resolver os intrincados problemas econômicos, sociais e políticos que a globalização vem criando. Ontem, tínhamos Santiago Dantas; hoje, temos Lula, Dilma, Aécio e FHC. As digerenças são flagrantes. Sem Estadistas, não há como enfrentar problemas do tipo "Estado Islâmico. Obama, o homem mais poderoso do mundo, admitiu em público não saber como enfrentar o problema ! Seus cabelos ficam visivelmente brancos a cada dia. Somado a isso, a prática da corrupção no setor público(e privado, também), debilitam os cofres públicos e causam indignação na população. Governar, na atualidade, requer pessoas preparadas intelectualmente. O tempo do amadorismo acabou. ! Os teóricos do Estado Moderno construíram as bases da Demos (povo) + Cracia(governo), ou seja, Governo do Povo. Este, o Povo, deveria estar representado nos Governos. Ao contrário, repeliam a Aristocracia, que privilegiava os Aristocratas, os quais deveriam responsabilizar-se pelos negócios de Estado, por terem mais preparo e educação Fazendo-se as necessárias adaptações e ajustes decorrentes dos fatores tempo, grandeza e complexidade, forçoso concluir que nos tempos atuais não há, definitivamente, lugar na máquina pública para os Tiriricas da vida, afastado todo e qualquer peconceito de ordem pessoal.. O Estado moderno tem que ser gerido por uma burocracia de carreira altamente qualificada, deixando-se para os políticos apenas a escolha. do "timing", quer dize, dos critérios. de oportunidade e conveniencia a justificar a ação Estatal. E o momento para essa mudança tem que vir o mais rápido possível, sob pena de haver um colapso sem precedentes na história da humanidade. O " Estaddo Islãmico" talvez ja seja o início desse colapso....
Infelizmente, hoje a política
brasileira não conta com Estadistas para resolver os intrincados problemas econômicos, sociais e políticos que a globalização vem criando. Ontem, tínhamos Santiago Dantas; hoje, temos Lula, Dilma, Aécio e FHC. As digerenças são flagrantes. Sem Estadistas, não há como enfrentar problemas do tipo "Estado Islâmico. Obama, o homem mais poderoso do mundo, admitiu em público não saber como enfrentar o problema ! Seus cabelos ficam visivelmente brancos a cada dia. Somado a isso, a prática da corrupção no setor público(e privado, também), debilitam os cofres públicos e causam indignação na população. Governar, na atualidade, requer pessoas preparadas intelectualmente. O tempo do amadorismo acabou. ! Os teóricos do Estado Moderno construíram as bases da Demos (povo) + Cracia(governo), ou seja, Governo do Povo. Este, o Povo, deveria estar representado nos Governos. Ao contrário, repeliam a Aristocracia, que privilegiava os Aristocratas, os quais deveriam responsabilizar-se pelos negócios de Estado, por terem mais preparo e educação Fazendo-se as necessárias adaptações e ajustes decorrentes dos fatores tempo, grandeza e complexidade, forçoso concluir que nos tempos atuais não há, definitivamente, lugar na máquina pública para os Tiriricas da vida, afastado todo e qualquer peconceito de ordem pessoal.. O Estado moderno tem que ser gerido por uma burocracia de carreira altamente qualificada, deixando-se para os políticos apenas a escolha. do "timing", quer dize, dos critérios. de oportunidade e conveniencia a justificar a ação Estatal. E o momento para essa mudança tem que vir o mais rápido possível, sob pena de haver um colapso sem precedentes na história da humanidade. O " Estaddo Islãmico" talvez ja seja o início desse colapso....
sexta-feira, 18 de julho de 2014
18 de Julho
Por anos seguidos, comemoramos, nesta data, o aniversário de Oswaldo Pieruccetti, meu pai. Se vivo estivesse, estaria ele fazendo 105 anos. Todo ano, o velho líquido corria generosamente na casa da Rua Conde de Linhares, que ficava repleta de parentes, amigos e colaboradores. Lembro-me, particularmente, de uma dessas comemorações em que a festa tinha terminado por volta de duas horas da manhã. Eu já estava me preparando para dormir quando ouvi vozes na varanda do velho Palacete do Prefeito, meu pai, onde eu ainda morava. Como já estava de pijama, resolvi me deitar, como se não tivesse ouvido nada. Já havia tomado umas boas doses do "Bala 12", um dos meus preferidos que, por sorte, havia rolado na festa daquele já longínquo 18 de julho, mas estava lúcido. Até aquele momento, parecia que o vozerio partia de um grupo de correligionários que, não obstante o adiantado da hora, resolvera marcar presença no aniversário do Prefeito, aproveitando para sorver um wiskizinho que, apostavam, o precavido aniversariante devia ter reservado para atender aos retardatários. De uma coisa estavam certos: a seco não ficariam, pois na política brasileira sempre houve uma espécie de acordo tácito pelo qual todos ficavam dispensados de observar horários, mesmo que se tratasse de fazer uma visita a um detentor de um cargo importante, no meio de uma madrugada de um mês de inverno. Mas, como disse, eu estava lúcido e intrigado com o vozerio na varanda. Subitamente, o que a princípio me pareceu apenas um falatório, começou a tomar forma, a ponto de prender minha atenção. E o som crescia harmoniosamente, me permitindo identificar, aos poucos, a melodia que o "vozerio" interpretava. Quando eu percebi qual era a melodia, saí correndo do quarto, de pijama mesmo, e fui para a varanda, onde estava, nada mais nada menos, do que o Madrigal Renascentista, à frente Maria Lucia Godói, interpretando "É a Ti Flor do Céu", a preferida do Prefeito...
Acesse meuBlog:brennpier.blogspot.com
quarta-feira, 9 de julho de 2014
AGÊNCIA REGULADORA PARA A CBF
A exemplo da Aviação Civil, q apesar de ser uma atividade comercial privada tem a ANAC para controla-la, assim tb a CBF deveria ter uma Agencia Governamental para os mesmos fins. E a hora não podia ser melhor, pq o Futebol Brasileiro, depois do desastre diante da Alemanha, precisa urgentemente ser reorganizado. É hora de por sangue novo na CBF, pq a entidade vem sendo dirigida pelo mesmo grupo desde q eu me entendo por gente ! E só com a intervenção do Estado se conseguirá desconstruir essa "Capitania Hereditária em q se transformou a CBF ! Lembro q o futebol no Brasil não é apenas um esporte. É muito mais do q isso, é uma paixão nacional capaz de causar uma comoção se houver estímulo para isso. E tudo q é capaz de provocar comoção social não pode ficar fora do controle estatal. Essa Agencia Reguladora seria vinculada ao Ministério dos Esportes e fiscalizaria as atividades financeiras e administrativas da CBF. Teria tb a competência de aprovar ou não os nomes daqueles q pretendessem ocupar cargos de direção na CBF.
Esta é apenas uma idéia inicial destinada a provocar o debate
sobre o tema, até q se chegue a um consenso sobre o q fazer para q as atividades da CBF atendam aos interesses do povo brasileiro. Nada contra "os Hermanos", mas assistir a Argentina ser Campeã Mundial em pleno Maracanã vai ser dureza...
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Olá, Idoso !
Assunto: Olá
Idoso.
Que delícia
de texto. Pena não ter autor (somos todos nós! retocando aqui e ali!!!).
Eu nunca trocaria os meus amigos surpreendentes, a minha
vida maravilhosa, a minha amada família por menos cabelo branco ou uma barriga
mais lisa. Enquanto fui envelhecendo,
tornei-me mais amável para mim, e menos crítico de mim mesmo. Eu tornei -me o
meu próprio amigo... Eu não me censuro
por comer um cozido à portuguesa ou uns biscoitos extra, ou por não fazer a
minha cama, ou para a compra de algo supérfluo que não precisava. Eu tenho
direito de ser desarrumado, de ser extravagante, e livre !
Vi muitos amigos queridos deixarem este mundo cedo demais,
antes de compreenderem a grande liberdade que vem com o envelhecimento.
Quem vai me censurar se resolvo ficar lendo ou jogar no
computador até às quatro horas e dormir até meio-dia? Eu Dançarei ao som daqueles
sucessos maravilhosos dos anos 60 & 70, e se eu, ao mesmo tempo, desejo
chorar por um amor perdido... Eu vou.
Vou andar na praia com um calção excessivamente esticado
sobre um corpo decadente, e mergulhar nas ondas com abandono, se eu quiser,
apesar dos olhares penalizados dos outros no jet sky. Eles também vão
envelhecer.
Eu sei que às vezes esqueço algumas coisas. Mas há mais
algumas coisas na vida que devem ser esquecidas. Eu me recordo das coisas
importantes. Claro, ao longo dos anos meu coração foi quebrado. Como não pode quebrar seu coração quando você
perde um ente querido, ou quando uma criança sofre, ou mesmo quando algum amado
animal de estimação é atropelado por um carro?
Mas corações partidos são os que nos dão força, compreensão e compaixão.
Um coração que nunca sofreu é imaculado e estéril e nunca conhecerá a alegria
de ser imperfeito.
Eu sou tão abençoado por ter vivido o suficiente para ter
meus cabelos grisalhos, e ter os risos da juventude gravados para sempre em
sulcos profundos em meu rosto.
Muitos nunca riram, muitos morreram antes de seus cabelos
virarem prata.
Conforme você envelhece, é mais fácil ser positivo. Você se preocupa menos com o que os outros
pensam. Eu não me questiono mais. Eu ganhei o direito de estar errado. Assim,
para responder sua pergunta, eu gosto de ser idoso.
A idade me libertou. Eu gosto da pessoa que me tornei. Eu não vou viver para sempre, mas enquanto eu
ainda estou aqui, eu não vou perder tempo lamentando o que poderia ter sido, ou
me preocupar com o que será. E eu vou
comer sobremesa todos os dias (se me apetecer).
Que nossa amizade nunca se separe porque é direto do
coração!
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